• Nutrição
  • Tecnologia de sementes forrageiras incrustadas proporciona vantagens na formação do pasto

    23/05/2017
    O Grupo Matsuda, tradicional na produção e comercialização de sementes de forrageiras tropicais para pastagens, é pioneiro na comercialização de sementes incrustadas, resultado de uma tecnologia de ponta com boa germinação e vigor.

    Sementes incrustadas de Brachiaria ruziziensis

    A incrustação das sementes Série Gold Matsuda, é uma tecnologia de aplicação de material organomineral nas sementes, juntamente com o polímero e fungicida. Há ainda a opção de se aplicar também o inseticida.

    O objetivo da incrustação é fazer com que cada semente viabilize uma planta comercial. Com a incrustação, é possível alterar e potencializar as características físicas e fisiológicas das sementes, tais como germinação, vigor, uniformidade, limpeza e formato. A principal vantagem da utilização desse tipo de sementes é a possibilidade de o produtor utilizar-se de sementes puras e de alta qualidade.

    Além disso, segundo o engenheiro agrônomo Ronaldo Villa, do Departamento Técnico de Sementes do Grupo Matsuda, “os produtores que trabalham com Integração Lavoura-Pecuária – ILP ou Integração Lavoura-Pecuária-Floresta – ILPF ou que utilizam esses materiais forrageiros apenas para formação de palhada no Sistema de Plantio Direto, encontram nas sementes Série Gold Matsuda, qualidade sanitária, ou seja, isenta de importantes nematoides, que poderiam afetar a produtividade de suas lavouras, como: Heterodera, Pratylenchus e Meloidogyne”. Ainda segundo Villa, essa tecnologia “está disponível para sementes das espécies de Brachiaria brizantha cvs. Marandu, MG-4 e MG-5 Vitória), B. decumbens, B. humidicola cvs. Llanero, B. ruziziensis e Panicum maximum cvs. Áries, Mombaça e Tanzânia-1, Atlas, MG 12 Paredão entre outros”.

    Outra vantagem apresentada pelas sementes incrustadas da série Gold Matsuda apontada pelo agrônomo, é que a película que envolve as sementes “apresenta a característica de ser semipermeável, o que impede a absorção de água pelas sementes, quando a disponibilidade for pequena no solo, como acontece em caso de chuvas pequenas ou mesmo nas primeiras chuvas após um longo período de seca.

    Isso evita que a semente inicie o processo de germinação e morra por falta de umidade. O polímero é útil também em caso de excesso de chuva, onde as sementes podem morrer durante o processo de germinação, porque a quantidade de água absorvida pode ser alta e muito rápida, deixando as células excessivamente turgidas podendo romper a parede celular, provocando a morte das sementes”, (embrião).

    Nesse caso, segundo o técnico, o polímero “regula a velocidade e a quantidade de água absorvida, evitando assim o problema. A incrustação proporciona também maior segurança para as pessoas que irão manusear as sementes, pois os tratamentos com produtos químicos como inseticidas e fungicidas não ficam expostos, evitando também eventuais danos ao meio ambiente”.

    Fonte: Matsuda / TaxiBlue



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