• Manejo
  • Rotina de ordenha

    16/07/2014
    Uma boa qualidade de ordenha resume-se em ordenhar vacas calmas, sadias, bem estimuladas, com tetos limpos e secos, pelo menor tempo possível, sem deixar leite residual ou exercer sobreordenha e desinfetar os tetos após esse procedimento.

    Patrícia Vieira Maia*

    Uma boa rotina de ordenha é responsável por prevenir e reduzir os casos de mastite no rebanho e pela produção de leite com elevado padrão de qualidade!

    Para realizar uma ordenha de forma efetiva e evitar a contaminação do úbere do animal, é primordial que os tetos estejam secos e muito limpos, o que reflete a higiene do local de permanência dos animais. Este deve ser o mais limpo e confortável possível, reduzindo a chance do animal se infectar no intervalo das ordenhas e contaminar o leite e o animal durante a ordenha.

    A rotina inicia com o teste da caneca de fundo escuro (foto 1), retirando os 3 a 4 primeiros jatos de leite de cada teto, em uma caneca de fundo escuro, objetivando a observação de grumos e/ou qualquer alteração no leite. Isso possibilita o diagnóstico precoce de mastite clínica. Outras funções do teste da caneca são: estimular a descida do leite da vaca e eliminar os jatos mais contaminados do leite.

    O passo seguinte é a imersão dos tetos em solução desinfetante (foto 2), pré-dipping, seguido de secagem dos tetos com papel toalha descartável (foto 3). Esta ação visa reduzir a incidência de patógenos ambientais que estão aderidos à parte externa do teto e que poderiam penetrar no úbere durante a ordenha. As teteiras são acopladas (foto 4) e, após a ordenha completa do animal, devem ser retiradas e os tetos passarão por uma nova imersão em solução desinfetante (foto 5), o pós-dipping. Essa última etapa visa eliminar agentes de mastite contagiosa que são transmitidos de animais infectados para sadios durante a ordenha por meio do equipamento e das mãos dos ordenhadores.

    Sequência de fotos de uma correta rotina de ordenha:

    A correta rotina de ordenha reduz o risco de novas infecções intramamárias e é uma das estratégias mais importantes para garantir adequadas condições de higiene de produção do leite.

    *Patrícia Vieira Maia é médica veterinária da Equipe Rehagro

    Fonte: Rural Centro / Rehagro



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