• Conjuntura
  • Relação de troca arroba e bezerro de reposição é a pior desde 2000

    15/04/2021
    Estudo do Cepea também aponta que disparada no preço dos animais causa preocupação entre os confinadores

    Foto: Ricardo Benichio

    Embora o preço da arroba do boi gordo siga disparando, a forte alta dos preços dos animais de reposição - sobretudo dos bezerros - preocupa o confinador, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP).

    Segundo o centro de estudos, a relação de troca de arrobas por bezerro de corte é a mais desfavorável ao terminador, "considerando-se toda a série histórica, iniciada em fevereiro de 2000 no caso do animal de reposição", menciona o texto.

    Até o dia 13 de abril, o terminador do Estado de São Paulo precisava desembolsar o equivalente a 9,89 arrobas de boi gordo para adquirir um animal de reposição (nelore de 8 a 12 meses) em Mato Grosso do Sul, ou 5,72% a mais do que no mês anterior e 5,74% acima do necessário em abril do ano passado.

    "Essas 9,89 arrobas são a maior quantidade de toda a série Cepea. O recorde anterior era de maio de 2015, quando bateu nas 9,65 arrobas", comenta o centro de estudos. Ainda conforme o Cepea, o indicador do boi gordo teve média de R$ 317,27 na parcial de abril, ou 2,56% mais ante março e 21,8% ante abril de 2020, em termos reais.



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