• Sanidade
  • Pecuaristas evitam prejuízo com a mastite ao adotar terapia da vaca seca

    26/01/2015
    Para auxiliar o pecuarista a controlar a mastite no rebanho, a Zoetis recomenda a adoção da “Terapia completa da vaca seca”, que associa o uso combinado de antibióticos intramamários.

    Há alguns anos, os pecuaristas realizam a terapia da vaca seca apenas com o uso de antibióticos intramamários apropriados para esse período como opção para tratamento e prevenção de mastites, com o objetivo de controlar infecções presentes no momento da secagem e prevenir novas infecções intramamárias (IIMs). Entretanto, essa terapia apresenta limitações e pode não ser tão eficiente como esperado, causando prejuízo aos produtores: “A adoção desse método isoladamente apresenta dois pontos vulneráveis. Em primeiro lugar, o espectro de ação pode ser deficiente contra bactérias ambientais. Além disso, o período de ação pode ser incompleto, ou seja, os antimásticos podem não agir nos momentos finais do período seco (antes do parto), deixando o úbere desprotegido e exposto à atuação de bactérias causadoras de mastite”, explica Pablo Paiva, Gerente de Produto para a linha de Leite da Unidade de Negócios Bovinos.

    Portanto, para auxiliar o pecuarista a controlar a mastite no rebanho, a Zoetis recomenda a adoção da “Terapia completa da vaca seca”, que associa o uso combinado de antibióticos intramamários, seguido da aplicação de selante interno, para a obtenção de resultados de qualidade. “A Terapia Completa da Vaca Seca prevê uma estratégia mais ampla para combater a mastite, trazendo mais benefícios em relação à diminuição de novas infecções, redução na incidência de mastites clínicas por até 150 dias após o início da lactação, e consequentemente a redução na contagem de células somáticas”, recomenda Paiva. Segundo um estudo interno realizado pela Zoetis em 34 propriedades produtoras de leite no Brasil, observou-se que as perdas produzidas por essa infecção podem chegar a R$ 647 por vaca/ano.

    A Zoetis apresenta uma solução completa, de qualidade, para auxiliar o pecuarista nessa estratégia de prevenção: o selante interno Teat Seal e o antibiótico Orbenin Extra DC.  Antibiótico bactericida à base de cloxacilina benzatina, Orbenin Extra DC, é especialmente formulado para a prevenção ou tratamento de rotina da mamite infecciosa de vacas fora do período de lactação. Estudos comparativos demonstraram que o antibiótico, quando comparado com outros produtos para o mesmo fim, apresenta a melhor eficácia clínica na fase seca, com o menor índice de recidivas de mastite na lactação seguinte.

    Em teste realizado pela USP, foram utilizadas 46 vacas, divididas em 5 grupos de diferentes tratamentos, com produtos para secagem. Foram conduzidas avaliações microbiológicas do leite antes e depois do tratamento no início da fase seca, bem como a taxa de novas infecções durante a lactação subsequente em cada grupo. Orbenin Extra Dry Cow apresentou eficácia clínica de 75% na fase seca e apenas 12% de recidivas de mastite na lactação pós-parto. As bactérias isoladas no período seco foram: Staphilococcus spp, Streptococcus spp e Corynebacterium spp.

    Já o selante interno, Teat Seal, bloqueia o canal do teto do animal contra a entrada de bactérias causadoras de mastite, responsável por grandes prejuízos no rebanho leiteiro. O produto imita o tampão de queratina do úbere (que tem como objetivo ser uma barreira física e prevenir a doença), mas que não é formado naturalmente por todas as vacas. Além de reduzir os índices de mastite clínica em vacas desde a secagem até os primeiros 150 dias de lactação, Teat Seal não oferece riscos de resíduos no leite.

    Composto por subnitrato de bismuto, o produto deve ser administrado por meio de seringas intramamárias com dose única de 4g por teto, após a última ordenha, no momento da secagem. Protege também a vaca imediatamente após a aplicação, seguida da última ordenha, evitando a entrada de bactérias durante todo o período seco, uma das fases mais críticas para disseminação de infecções intramamárias (IIMs) ambientais.

    “É fundamental que se dê à fase seca da vaca a mesma importância que se dá à fase de lactação, pois a terapia da vaca seca pode melhorar os resultados de controle de mastite da propriedade, a manutenção e até o aumento da média de produção leiteira por animal”, explica Paiva. Essa fase é um momento de alto risco de infecções intramamárias (IIMs), como a mastite clínica (quando há sinais evidentes da enfermidade) ou subclínica (sem sinais visíveis da doença), que pode ocasionar importantes prejuízos ao produtor.

    Obviamente, a manutenção da higiene no ambiente onde os animais ficam, da higiene durante a ordenha e a formação e manutenção da linha de ordenha, com identificação e separação das vacas doentes, são algumas medidas que também contribuem para o controle da mastite durante a lactação.  ”Quando se fala nessa terapia é preciso conscientizar o pecuarista que não estamos falando apenas de prevenção e tratamento de uma doença que é o principal vilão das fazendas de gado leiteiro. Estamos abordando também, como ganho adicional, a vantagem de melhorar a qualidade do leite, que já ficou comprovada em vários estudos internacionais”, finaliza o executivo.

    Fonte: Zoetis/Assessoria

     


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