• Nutrição
  • Mudança no clima exige novas qualidades de sementes

    07/05/2021
    Para Alberto Takashi Tsuhako, responsável técnico pelo Grupo Matsuda são vários fatores que acabam limitando a produção e técnicos e empresas devem fazer a sua parte, colaborando com a atividade do produtor rural.

    “Como empresa, temos que fazer a nossa parte, não adianta jogar toda a responsabilidade para o produtor, para ele procurar aquela melhor forrageira que se adeque às condições de solo, clima e tudo que acabamos de comentar aqui, durante esta live (realizada no último dia 23 de abril pelas Revistas A Granja e AG);  temos que fazer a nossa parte que é buscar espécies forrageiras, cultivares adaptadas às nossas condições. “Nós vemos que dia  após dia, ano após ano, o nosso clima está cada vez mais louco, não tem outra palavra para definir o nosso clima, então nós percebemos, por exemplo, que a secatem se intensificado em várias regiões, onde chovia bem – está chovendo, onde chovia hoje está praticamente zero de chuva, e nós estamos sofrendo com isso, então nós temos que desenvolver espécies forrageiras adaptadas a essas condições”, explicou, acrescentando que o Departamento Técnico da Matsuda está avaliando duas espécies de forrageiras que se adaptam até a 400 mm de chuva por ano; percebemos que a planta, após germinada, ela  aguenta esse nível de água, mas o fator limitante é fazer com que a semente consiga, pelo menos, germinar, para depois, conseguir se estabelecer como pastagem”, enfatizou.No lado oposto, os técnicos do Grupo Matsuda perceberam que,  em algumas regiões, o nível da água subiu muito, não só o nível de água do mar – devido ao degelo – e,  com isso, aumentaram  as áreas alagadas e com problemas de drenagem.

    “Por isso nós também estamos atrás de espécies forrageiras adaptadas a essas condições extremas: seca ou excesso de água. E,  quando você fala em excesso de água hoje,  nós só temos a humidícola que é um capim adaptado a essas condições, porém é muito pobre/fraco, nutricionalmente. Então, nós temos buscado uma outra espécie de forrageiraque tem se adaptado muito bem a essas condições, com melhor qualidade nutricional e também uma boa digestabilidade, adiantou Takashi, dando uma idéia sobre os novos lançamentos da Matsuda que vem por aí. “Temos que correr atrás dessas espécies forrageiras porque não podemos fazer com que o pecuarista apenas tenha que se virar e escolher qualquercultivar, pois quanto mais ferramentas nós tivermos para lhe oferecer, menos chances ele terá para errar”, concluiu Alberto Takashi Tsuhako, responsável técnico pelo Grupo Matsuda.

    Por: Marisa Rodrigues e Camila Gusmão



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