• Manejo
  • Fazenda eleva taxa de lotação de animais em 120%

    23/08/2016
    Mais recentemente o cotidiano dos pecuaristas e também daqueles ligados à cadeia produtiva da bovinocultura estão tendo que se familiarizar com alguns termos provenientes da produção de gado para atender as exigências do mercado internacional.

    Assim, foram criados novos conceitos, entre eles: boi verde, boi natural, boi orgânico e touro verde. Na fazenda Ressaca, em Cáceres, o consórcio com braquiária contribui para a efetividade do Sistema de Integração Agropastoril, que elevou a taxa de lotação de animais em 120%. O resultado é um touro moderno para evolução do rebanho e com uma alimentação prioritariamente a pasto, podendo ser chamado de touro verde.

    De acordo com o zootecnista, Djalma Freitas, um método importante a ser empregado é o sistema de pastejo rotacionado, que se caracteriza por períodos de ocupação e de descanso para a recuperação do capim. Ambos ocorrem durante todo o ano e devem ser intensificados no período das águas. Freitas explica que um dos critérios utilizados para o manejo da pastagem é a altura do capim. Contudo, também é considerada a quantidade residual de folhas, permitindo assim o mais rápido restabelecimento da planta forrageira e, consequentemente, o desempenho animal. O zootecnista também é mestre em nutrição de ruminantes e doutor em produção animal. Segundo ele, o manejo empregado, que evita o superpastejo e mantém a centimetragem do capim, tem se mostrado eficiente para o desempenho dos touros da fazenda Ressaca. Isso porque são respeitados a melhor condição do capim, potencializando a produção e o aproveitamento pelos animais. Em função desse critério manejo e a rebrota não são prejudicados.

    Dessa forma, a constante avaliação dos piquetes, adubação do solo, integração com a soja, diversificação de capins e manejo personalizado são algumas das estratégias que devem ser empregadas para atingir ganho de peso com a média de 0,8 quilos por touro ao dia e superar as médias comuns. O especialista explica, que levando em consideração o impacto para os animais de corte, o resultado é mais produtividade. Já que em um indicador composto pelo ganho de peso individual dos animais (kg/dia) e a quantidade de animais/ha, é possível verificar que esse aumento na taxa de lotação reflete diretamente sobre a produtividade do rebanho de reprodutores e de corte, com maior produção de carne.

    Atualmente a fazenda Ressaca é referência no Sistema ILPF e se consagra como o polo de produção do Grupo Nelore Grendene, que desenvolve um dos maiores leilões de touros do mundo, com a oferta de 1000 Touros. A tecnologia da empresa está a serviço de um rebanho que melhora diariamente. Uma seleção com foco em habilidade materna, fertilidade, precocidade sexual e ganho de peso. Isso porque todos os anos são produzidos mais de 2.000 prenhezes com uso de Fertilização in vitro (FIV) e os melhores acasalamentos do mercado. Animais que posteriormente serão acompanhados pelo Programa de Melhoramento Genético Nelore Brasil da ANCP/USP.

    Fonte: Gazeta / Acrimat



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