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  • Devon oficializa certificação e investe na qualidade da carne

    07/06/2017
    A 34ª Convenção Brasileira de Criadores de Devon marcou o início oficial do Programa de Carne Certificada Devon, com assinatura de acordo entre ABCD, CNA e o Frigorífico São João de Santa Catarina.

    A expectativa é de nos próximos meses, segundo o presidente da ABCD, Elizabeth Cirne Lima, uma carne com selo de qualidade também a disposição dos gaúchos. O programa oferece uma boa classificação que pode oferecer um 10% aos produtores que exigem a compatibilidade com os requisitos da qualidade.

    O coordenador dos Protocolos de Rastreabilidade do Instituto CNA, Paulo Vicente da Costa, destacado que é um registro abre portas para novos mercados, cada vez mais exigentes com relação à origem e qualidade da carne comercializada. “O Brasil ainda tem muito espaço a ocupar, principalmente nos mercados mais valorizados, ocupados por países fornecedores de carne gourmet, como Argentina, Uruguai e Austrália. Na relativ, o rebanho brasileiro ainda é muito heterogêneo. A homolog permite diferenciar os animais que podem atender às demandas de maior qualidade, ao delimitar padrões de exigência claros”, destaca Paulo.

    Em palestra, Carlos Roberto Simm, da Federacite, apresentou como potencialidades para uma valorização da carne, comparando como raças nobres aos vinhos, que são procurados por qualidades específicas de sabor, além de ter um potencial de ocorrência com carne. Segundo Simm, para que isso aconteça, além da qualificação da produção, proporcionada por iniciativas como um certificado e certificação da carne, é necessário qualificar ainda o varejo e público para que estes saibam aproveitar o potencial de sabor e maciez que como carnes nobres proporcionam.

    A carne foi preparada pelo Restaurante Malbec, que até o dia 18 realiza o 2º Festival Devon.

    Além de palestras sobre o programa de certificação e sobre como qualificar o mercado de carne para valorizar como raças nobres como o Devon, o evento, que teve uma participação de criadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Uruguai, além dos representantes da CNA e da Embaixada Britânica, contou com o leilão, promovido pela Rédea Remete e transmite pelo lance Rural em que são ofertados animais puros de origem (PO), puro por cruza (PC), embriões e Sêmen. A média dos animais PO ficou em R$ 3.550,00, um PC de média R$ 2.550. Os embriões foram comercializados na média por R$ 1.750. Doses de sêmen saíram a R$ 1.750, na média.

    Após o leilão uma criadora Carmem Maria Jardim, da Cabanha Corticeiras, foi agraciada com o Troféu Luiz Fernando Cirne Lima, por cinco décadas de dedicação à Raça Devon. A Cabanha Corticeiras, de Cristal, começou a adquirir animais Devon em 1965, na Feira do Menino Deus e consagrou sua primeira Grande Campeã em 1969. Desde então, uma criadora participou de todas as edições da Expointer, levando em 13 ocasiões animais que levaram o Primeiro prêmio da raça.

    Os participantes da Convenção que aconteceu entre 2 e 4 de junho tiveram ainda uma oportunidade de conhecer alguns cortes da carne certificada pelo Frigorífico São João, que começou a vender carne certificada Devon em maio, em Santa Catarina. É o primeiro frigorífico do Brasil a oferecer um contrato de compra e venda de origem reconhecida pela CNA. A carne foi preparada pelo Restaurante Malbec, que até o dia 18 realiza o 2º Festival Devon, com cortes que vão dos pratos tradicionais em vazio ao T-Bone e Prime Rib, em preparo especial para valorização da carne. A carne servida não Festival é origem da Cabanha Palmeira, de Camaquã.

    Da Redação / Fotos: Divulgação ABCDevon



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