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  • Cuidados importantes ajudam pecuarista há não errar na vacinação contra a febre aftosa

    13/11/2017
    Segunda etapa da campanha encerra no fim desde mês na maioria dos estados brasileiros

    Foi dada a largada em todo o Brasil para a segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a expectativa é que 150 milhões de bovinos e bubalinos sejam imunizados nessa fase da campanha. É neste período do ano que muitos produtores ficam tensos, pois o processo de vacinação altera a rotina da fazenda. Para que a imunização ocorra de forma natural e segura sem estressar os animais e nem causar danos físicos é preciso seguir alguns cuidados no manejo.

    Independentemente do tamanho da propriedade e da quantidade de animais, a primeira coisa que o produtor deve fazer é um planejamento para que o procedimento seja realizado com eficiência e sucesso. Os cuidados vão desde a compra e manuseio das vacinas até a condução do rebanho.

    As doses devem ser conservadas de acordo com as instruções do fabricante, por isso, ler o rótulo é sempre importante. As recomendações são de que as vacinas sejam armazenadas em temperatura entre 2° e 6° graus, e levadas até o local de aplicação em caixas com gelo, para que permaneçam em temperatura adequada durante todo o processo. “Vale ressaltar que o congelamento ou o excesso de calor torna a vacina ineficaz”, diz Ailton Baraviera, técnico da ACB Baltec Tronco & Balanças de Araçatuba/SP.

    Além dos cuidados com a temperatura das vacinas outro ponto muito importante é fazer a aplicação nos animais de forma correta para evirar lesões e abcessos. “Essas falhas acarretam grandes lesões na carcaça do animal comprometendo diretamente os ganhos dos produtores quando há a venda para os frigoríficos. Por isso a estrutura de currais e principalmente troncos de contenção precisam ser altamente seguras”, afirma Baraviera.

    O tronco foi desenvolvido e projetado especialmente para conter e imobilizar bovinos de forma individual e assim facilitar os diversos tratos zootécnicos e veterinários, como por exemplo, a vacinação.  Um dos modelos oferecidos pela empresa é o tronco no modelo americano. O equipamento contém uma pescoceira com parede móvel para a melhor contenção do animal em trabalhos na região da cabeça. A estrutura ainda facilita a vacinação, prevenindo assim sangrias e abcessos, resultando em menor sofrimento do animal, economia em vacina e medicamentos. Diminui também o número de traumas na carcaça. “É importante também que o equipamento possua sistema de cambão permitindo imobilização total e segura do animal para os serviços e procedimentos. Evitando que ele se machuque e possibilitando que o operador trabalhe de forma eficiente e segura”, finaliza o técnico.

    Cuidados importantes

    - A dose a ser aplicada em cada animal deve ser aquela indicada no rótulo da vacina. Uma dosagem menor do que a indicada pelo fabricante não vai oferecer aos animais a proteção desejada;
    - Limpar e desinfetar a seringa e ferver as agulhas antes da aplicação;
    - Manter a pistola dentro da caixa de isopor, quando não estiver em uso;
    - Utilizar agulhas 15×18 para aplicar vacina oleosa (subcutânea) e agulha 20×18 para aplicar vacina oleosa (intramuscular);
    - Agitar o frasco de vacina toda vez que for encher a seringa;
    - Certificar-se de que o conteúdo da seringa contém a dose certa (5 ml) e que não existem bolhas de ar;
    - Aplicar a vacina na tábua do pescoço pela via subcutânea (debaixo da pele) ou intramuscular (dentro do músculo) tendo o cuidado de manter a seringa na posição inclinada, quase em pé, com a agulha apontada para baixo;
    - Anotar os animais vacinados por faixa etária e sexo;
    - Os horários ideais para a aplicação são o início da manhã e o final da tarde.

    Fonte: ACB Baltec / Rural Press



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