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  • Bancada ruralista discute COP26 com ministros do Meio Ambiente e Agricultura

    05/10/2021
    Joaquim Leite e Tereza Cristina devem participar, nesta terça-feira (5/10), da reunião semanal da Frente Parlamentar Agropecuária

    A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite, devem se reunir nesta terça-feira (5/10) com integrantes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) para discutir a agenda brasileira para a Conferência da ONU sobre o Clima (COP26). Debe participar também o diretor do Departamento de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, Leonardo Cleaver de Athayde, de acordo com comunicado divulgado pela assessoria da bancada ruralista no Congresso.

    A COP26 será realizada entre os dias 31 de outubro e 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia. Terá, entre os seus principais temas em discussão, a regulamentação do mercado de créditos de carbono, definido no Artigo 6º do Acordo do Clima de Paris.

    Com a política ambiental criticada por cientistas e ambientalistas, o governo brasileiro afirma que pretende levar propostas concretas para a Conferência. O ministro do Meio Ambiente, além do próprio presidente Jair Bolsonaro, já defenderam, em discursos, a ideia de que o Brasil tende a ser um importante polo gerador do que chamam de "emprego verde".

    O Ministério da Agricultura participa do comitê interministerial para discutir a agenda a ser levada pelo Brasil para a COP26. Defende a importância de se mostrar a importância da contribuição positiva do setor para mitigar os efeitos das emissões de gases poluentes, mas também à necessidade de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.

    Na semana passada, o governo anunciou o lançamento da chamada CPR Verde, uma modalidade da chamada Cédula de Produto Rural lastreada no pagamento por serviços ambientais.

    No fim de semana, durante participação em um evento na Expo Dubai, nos Emirados Árabes, o vice-presidente da República e presidente do Conselho da Amazônia, general Hamilton Mourão, destacou o Brasil como local de oportunidades para investimentos em bioeconomia e a importância das parcerias com o setor privado.

    "Frisei que nossos países (Brasil e Emirados Árabes Unidos) são parceiros estratégicos e devemos unir forças neste esforço para garantir uma vida melhor para nossas gerações futuras", destacou Mourão, no Twitter.

    No entanto, ambientalistas têm expectativa pessimista para a participação do Brasil na Conferência da ONU. Segundo lideranças de entidades ligadas à preservação ambiental, o país, apesar de sua importância, não tem nada de concreto para apresentar à comunidade internacional. Com a visão de que o país pouco contribui para a diplomacia ambiental e pode, inclusive, sair da conferência com uma imagem ainda mais prejudicada.

    Fonte: Revista Globo Rural.



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